<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8571157748863960797</id><updated>2011-08-18T11:31:33.080-03:00</updated><category term='paciência'/><category term='Juan'/><category term='prostitutas'/><category term='Amar'/><category term='suficiente'/><category term='Fado'/><category term='Ciça Marinho'/><category term='Portugal'/><category term='Osmar Malheiros'/><category term='boa vontade'/><category term='amor'/><category term='casamento'/><category term='Sergio Borges'/><category term='Aquecimento Global'/><title type='text'>Guinama - by Osmar Malheiros</title><subtitle type='html'>Poderia ser um mangá?
Poderia ser uma comida típica da Indonésia?
Poderia ser um animal raro da fauna brasileira?
Sim, poderia, mas é o acrônico de Guilherme Nascimento Malheiros</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://guinama.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://guinama.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Osmar Malheiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04855621154103453114</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_9WCCQkOnTRw/R7Cs5wsgr_I/AAAAAAAAADI/iR-2COG3YB0/S220/_XD+028.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>15</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8571157748863960797.post-1372430196103279932</id><published>2010-08-11T20:06:00.003-03:00</published><updated>2010-08-11T20:11:30.624-03:00</updated><title type='text'>Infinito</title><content type='html'>Eu quero te falar um milhão de coisas&lt;br /&gt;Mas gostaria que fosse breve, o tempo suficiente de um suspiro...&lt;br /&gt;Quero te tocar com intensidade...Mas com a força necessária para&lt;br /&gt;fazer a água tremular num recipiente qualquer...&lt;br /&gt;Eu quero tantas coisas de você que parece um assombro, essas coisas&lt;br /&gt;que se resumem numa coisa só e que chamar de coisa é mal trato.&lt;br /&gt;Não tentarei resumir nada do sentimento, pois o meu sentimento&lt;br /&gt;não se limita a conjunto de palavras, nem de amor, nem de jura.&lt;br /&gt;Apenas sinto na minha intensidade infinita o que seus gestos&lt;br /&gt;infinitos me mostram...&lt;br /&gt;E nos pensamentos ficam as marcas da lembrança bendita de um fato.&lt;br /&gt;E nas lembranças ficam as datas e horas alegres de gestos, que me&lt;br /&gt;fragmenta em muitos. Não por acidente, por capricho mesmo,&lt;br /&gt;só para ter a doce sensação de ter meus pedaços reunidos por suas mãos, colado por seus olhos e infinitamente cuidados pelo seu carinho comigo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8571157748863960797-1372430196103279932?l=guinama.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://guinama.blogspot.com/feeds/1372430196103279932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8571157748863960797&amp;postID=1372430196103279932' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/1372430196103279932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/1372430196103279932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://guinama.blogspot.com/2010/08/infinito.html' title='Infinito'/><author><name>Osmar Malheiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04855621154103453114</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_9WCCQkOnTRw/R7Cs5wsgr_I/AAAAAAAAADI/iR-2COG3YB0/S220/_XD+028.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8571157748863960797.post-8342526321796644513</id><published>2010-08-04T10:09:00.007-03:00</published><updated>2010-08-04T11:31:43.021-03:00</updated><title type='text'>Coisinhas da vida</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Adriana amava Paulo, Paulo amava Eliana e Eliana, ah, Eliana não amava ninguém.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Adriana se desmanchava em relação a Paulo, sofria em silêncio um amor platônico que era todo atenção e devoção por ele, mas Paulo, cego que estava por Eliana nem se dava ao trabalho de perceber as balinhas e chocolates que apareciam do nada em sua mesa. Recolhia as guloseimas e, sem peso na consciência oferecia descaradamente à Eliana que sempre recusava.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Paulo era do tipo descolado, baladeiro por natureza, nunca teve dificuldade de arrumar as gatinhas que se propunha a conquistar, dizia ser desquitado e que nunca mais voltaria a se casar, mas nunca esperou encontrar um iceberg chamado Eliana, uma moça bonita e de bom corpo que Paulo sabia analisar de longe. De tantas investidas infrutíferas, Paulo apaixonou-se pela dificuldade da conquista e partiu para um tipo de investida mais discreta que acreditava daria melhor resultado a longo prazo.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Eliana, por sua vez era indiferente a tudo e a todos. Entrava muda e saia calada. Tão muda e calada que beirava a arrogância, uma arrogância inodora, quase de nascença.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;E todos os dias o ciclo se repetia, Adriana amando Paulo, Paulo amando Eliana e Eliana não amando ninguém. Mas quando acabava o expediênte no escritório financeiro da multinacional onde os três trabalhavam, seguiam para sua vida particular onde cada um vivia seu drama interior.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Adriana chegava em casa, cumprimentava a mãe doente de cama e seguia para o seu quarto onde tirava toda a roupa, abria a porta do guarda-roupa, trancada à chave. Coladas nas paredes internas do móvel, olhava fotos de várias homens que ela queria para si, inclusive uma foto de Paulo, tirada numa festa de confraternização da empresa. Uma coleção de fotos de amores impossíveis, de pessoas que deliberadamente a ignoravam e que ela sentia um prazer mórbido em ser assim ignorada, sentia o gosto cruel da platonicidade nunca correspondida, podendo dar vazão a sentimentos humilhantes e assim se masturbava até chegar a um orgasmo solitário que sempre acabava em choro.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Paulo, chegava na casa da esposa, aquela que ele dizia ser desquitado. Um casamento infeliz e sem sentido no qual não tinha coragem de largar. O discurso era sempre a filha pequena que sentiria muito a separação, mas não era, era a simples desculpa de não ter coragem de tocar a própria a vida. Paulo em casa, era o exemplo da covardia masculina em pessoa. Fora de casa, queria viver a vida que não tinha e a desculpa para chegar tarde ou passar a noite fora era sempre o trabalho que era muito. A esposa por sua vez, já tinha o seu amante a tempos e brigava com Paulo apenas para fingir aparências de mulher ciumenta e preocupada, coisa que definitivamente a muito tempo tinha deixado de ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;E Eliana? Ah, de Eliana ninguém sabia nada.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8571157748863960797-8342526321796644513?l=guinama.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://guinama.blogspot.com/feeds/8342526321796644513/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8571157748863960797&amp;postID=8342526321796644513' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/8342526321796644513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/8342526321796644513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://guinama.blogspot.com/2010/08/coisinhas-da-vida.html' title='Coisinhas da vida'/><author><name>Osmar Malheiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04855621154103453114</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_9WCCQkOnTRw/R7Cs5wsgr_I/AAAAAAAAADI/iR-2COG3YB0/S220/_XD+028.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8571157748863960797.post-5150851027106596735</id><published>2010-03-12T12:16:00.008-03:00</published><updated>2010-03-13T18:32:39.961-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciça Marinho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sergio Borges'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Portugal'/><title type='text'>Fado Senzala</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Adeus ingrata solidão&lt;br /&gt;Meu bem querer tocou em minhas mãos&lt;br /&gt;Me fez perder o centro&lt;br /&gt;Fez parar o tempo&lt;br /&gt;Mudou a minha direção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora que me apaixonei&lt;br /&gt;Ando tão leve que nem sei&lt;br /&gt;A densidade da vaidade&lt;br /&gt;Me aquece a alma&lt;br /&gt;E esquece o frio que passei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refrão:&lt;br /&gt;Corre em minhas veias&lt;br /&gt;Um amor sagrado&lt;br /&gt;Som de primavera&lt;br /&gt;Que enche de flor&lt;br /&gt;O meu intenso fado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu peito ferido&lt;br /&gt;Sente-se afagado&lt;br /&gt;Minh'alma dorida&lt;br /&gt;Bem diz toda sorte&lt;br /&gt;Do amor inesperado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero alimentar ao mar&lt;br /&gt;Pranto de minha dor, de meu pesar&lt;br /&gt;Conserta meu sentimento&lt;br /&gt;Me toma por dentro&lt;br /&gt;Meu coração pode sonhar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora que me encontrei&lt;br /&gt;Nas mãos do amor me segurei&lt;br /&gt;A intensidade da intimidade&lt;br /&gt;Que me aproxima&lt;br /&gt;Da vida inteira que sonhei&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8571157748863960797-5150851027106596735?l=guinama.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://guinama.blogspot.com/feeds/5150851027106596735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8571157748863960797&amp;postID=5150851027106596735' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/5150851027106596735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/5150851027106596735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://guinama.blogspot.com/2010/03/fado-senzala.html' title='Fado Senzala'/><author><name>Osmar Malheiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04855621154103453114</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_9WCCQkOnTRw/R7Cs5wsgr_I/AAAAAAAAADI/iR-2COG3YB0/S220/_XD+028.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8571157748863960797.post-5029706552044067357</id><published>2010-03-12T12:11:00.006-03:00</published><updated>2010-03-12T12:15:53.518-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='casamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='boa vontade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paciência'/><title type='text'>Dicas de casamento</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Vocês já jogaram frescobol? Aquele jogo de praia, onde as pessoas ficam jogando a bolinha um para o outro? O fundamento daquele jogo é nunca deixar a bolinha cair e jogar a bola para o outro de um jeito que seja mais fácil dele jogar novamente pra você. Um casamento tem que ser assim. Como um jogo de frescobol, você joga a bolinha para o outro na intenção do outro rebater a bolinha para você sem esforço, facilita a vida do outro e o outro facilita sua vida, fazendo com o que o jogo seja praticamente infinito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;  "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Diferente disso, temos o jogo de tênis, onde você começa fazendo um saque de tal forma que se pegar no outro mata. A intenção, no jogo de tênis é detonar o parceiro, que você vê como inimigo. É fazer com que a bolinha caia da forma mais difícil e complicada possível, dificultando a vida do outro e fazendo com o que o jogo acabe o mais rápido possível. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;  "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;  "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Que tipo de casamento vocês querem? Aquele parecido com o frescobol ou tênis?&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Acredito que fica fácil responder essa pergunta. Mas....e quando a bolinha inevitavelmente cai?? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;  "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;  "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;  "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Quando a bolinha cair, aquele que deixou cair, corre para pegar, corre para arrumar as coisas, para fazer com que o jogo continue e o outro, o outro confia que tudo ficará resolvido e que o jogo, logo mais recomeçará. Se for o caso, ajuda o outro a pegar a bolinha, o que importa é o jogo ( o casamento, a vida a dois ).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:35.4pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="margin-left:35.4pt;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;color:#00B050;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Paciência e boa vontade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="margin-left:35.4pt;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#4F81BD;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Essas são as palavras que devem embasar a convivência, pois conviver não é fácil. Um dia você descobre que o outro ronca, no outro dia, descobre que peida, que deixa a tampa levantada, que espalha a roupa, que &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;deixa cabelos na pia do banheiro, que um não gosta de cebola e o outro adora, que um adora peixe e o outro não e que, com o passar do tempo você descobre que precisa aprender, com &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#00B050;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;paciência e boa vontade, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;a conviver com as diferenças. As pessoas não são iguais, por tanto, aprenda com as diferenças a melhorar a relação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Não perca a &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#00B050;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;paciência &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;nunca,&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#00B050;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;oriente o outro sempre. Fale do que você não gosta, ou de como você gosta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Tenha &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#00B050;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;boa vontade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; sempre, para ouvir o que o outro tem a dizer, para tentar resolver, não para justificar suas atitudes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;  "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Saiba pedir desculpas com sinceridade, não para cumprir uma “obrigação” e sempre que possível, agradeça pela grande experiência de estarem juntos, afinal, é o &lt;/span&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Amor &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;que deve nortear seus passos. &lt;/span&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Amor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; é para além da vida, além da morte. E até lá, depois da morte, ainda dá pra jogar um gostoso e divertido frescobol. Treinem agora então, façam um bom jogo e sejam felizes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-theme-font: minor-fareast;mso-bidi-mso-bidi-theme-font:minor-latin; mso-fareast-language:PT-BR;mso-no-proof:yesfont-family:Calibri;font-size:10.0pt;color:#4F81BD;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8571157748863960797-5029706552044067357?l=guinama.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://guinama.blogspot.com/feeds/5029706552044067357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8571157748863960797&amp;postID=5029706552044067357' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/5029706552044067357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/5029706552044067357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://guinama.blogspot.com/2010/03/dicas-de-casamento.html' title='Dicas de casamento'/><author><name>Osmar Malheiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04855621154103453114</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_9WCCQkOnTRw/R7Cs5wsgr_I/AAAAAAAAADI/iR-2COG3YB0/S220/_XD+028.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8571157748863960797.post-8172675332261099787</id><published>2009-12-10T20:49:00.007-02:00</published><updated>2009-12-15T22:21:05.062-02:00</updated><title type='text'>Os lados</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_9WCCQkOnTRw/SyF_G77D2jI/AAAAAAAAAGw/24Se-ZajMnk/s1600-h/photopodborka_101.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 270px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413747984217397810" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_9WCCQkOnTRw/SyF_G77D2jI/AAAAAAAAAGw/24Se-ZajMnk/s320/photopodborka_101.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_9WCCQkOnTRw/SyF-gnQFWKI/AAAAAAAAAGo/mKUQ8NZOVX4/s1600-h/photopodborka_101.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Quando do lado de lá houver silêncio&lt;br /&gt;Do lado de cá haverá atenção&lt;br /&gt;Atenção igual àqueles que esperam&lt;br /&gt;Seu líder discursar sua razão&lt;br /&gt;Quando do lado de lá houver impaciência&lt;br /&gt;Do lado de cá haverá compreensão&lt;br /&gt;Compreensão igual àqueles que ouvem&lt;br /&gt;Seus filhos ralharem suas queixas&lt;br /&gt;Quando o lado de lá se enfadar&lt;br /&gt;Do lado de cá haverá um sorriso&lt;br /&gt;Calado para não saturar&lt;br /&gt;E pronto para um mero improviso&lt;br /&gt;Quando o lado de lá se retirar&lt;br /&gt;Do lado de cá haverá entendimento&lt;br /&gt;Haverá espera sim, claro que haverá&lt;br /&gt;Mas haverá a invariável noção&lt;br /&gt;de que o lado de lá&lt;br /&gt;tem seus momentos de lá&lt;br /&gt;E que dizem respeito somente&lt;br /&gt;Ao que somente for de lá&lt;br /&gt;Quando do lado de lá for "Não"&lt;br /&gt;Haverá do lado de cá um "Sim"&lt;br /&gt;Não para ser do contra&lt;br /&gt;Mas para ser o que encontra&lt;br /&gt;E nesse encontro tornar&lt;br /&gt;Todas as certezas absolutas&lt;br /&gt;Do "Sim" e do "Não"&lt;br /&gt;Num esperançoso "Talvez"&lt;br /&gt;Quando o lado de lá for noite&lt;br /&gt;E o lado de cá tornar-se breu&lt;br /&gt;Haverá a certeza do amor meu&lt;br /&gt;De que a vã ausência é açoite&lt;br /&gt;De que tua presença é o raio&lt;br /&gt;Que me ilumina e me atinge&lt;br /&gt;Colocando na cara de esfinge&lt;br /&gt;Um susto grande, desesperado&lt;br /&gt;Me mantendo atento, despertado&lt;br /&gt;Que me fará ousar romper a linha&lt;br /&gt;Que separa o teu lado do meu. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8571157748863960797-8172675332261099787?l=guinama.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://guinama.blogspot.com/feeds/8172675332261099787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8571157748863960797&amp;postID=8172675332261099787' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/8172675332261099787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/8172675332261099787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://guinama.blogspot.com/2009/12/quando-do-lado-de-la-houver-silencio-do.html' title='Os lados'/><author><name>Osmar Malheiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04855621154103453114</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_9WCCQkOnTRw/R7Cs5wsgr_I/AAAAAAAAADI/iR-2COG3YB0/S220/_XD+028.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9WCCQkOnTRw/SyF_G77D2jI/AAAAAAAAAGw/24Se-ZajMnk/s72-c/photopodborka_101.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8571157748863960797.post-1854211425671270438</id><published>2009-08-27T12:04:00.002-03:00</published><updated>2009-08-27T12:10:33.039-03:00</updated><title type='text'>Deus e a solidão</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="color: rgb(51, 51, 51);  line-height: 20px; font-size:13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Do alto de sua solidão e na necessidade de conversar com alguém Deus resolve fazer o homem.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Mas por que o homem? Por que nada melhor do que um homem para conversar.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Pega o barro, aquece-o entre as mãos....assim como se fosse algo muito precioso. Em sua boca, um sorriso de canto, evidenciando uma certa &lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;traquinagem&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;...coisa de criança. Vai moldando braços, pernas, cabeça, tudo com um carinho intenso. Carinho que só o mais puro amor pode transmitir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Enquanto trabalhava, Deus pensava nos assuntos que poderia conversar, sobre as coisas que ele poderia ensinar, que poderiam bolar juntos alguma coisa de homem, talvez algum jogo onde vários homens pudessem disputar alguma coisa, com uma bola num campo demarcado. Estava feliz, &lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;ansioso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; por sua criação poder-lhe proporcionar algo que não fazia desde a eternidade: Conversar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Por fim, deu à sua criação um cérebro e o dom do livre arbítrio, afinal seria chato demais ter alguém que só concordasse com seus argumentos. Soprou seu hálito divino na criatura e ela ganhou vida. Então pegou o homem, que adormecido estava e com todo o cuidado de um pai, coloco-o no Paraíso, embaixo de uma paineira frondosa e perto de um riacho. Tudo bem feito e gostoso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Então o homem acordou. Bocejou e olhou ao redor. Viu Deus, ali perto dele sentado numa pedra. Tinha um sorriso largo e bondoso e Deus não aguentando de felicidade e disse:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;- Bom dia meu filho!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;E o homem, com uma cara de sono respondeu:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;- Ah velho, não enche o saco e me deixa dormir. - Virou para o lado e dormiu  sem vontade nenhuma de conversar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8571157748863960797-1854211425671270438?l=guinama.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://guinama.blogspot.com/feeds/1854211425671270438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8571157748863960797&amp;postID=1854211425671270438' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/1854211425671270438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/1854211425671270438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://guinama.blogspot.com/2009/08/deus-e-solidao.html' title='Deus e a solidão'/><author><name>Osmar Malheiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04855621154103453114</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_9WCCQkOnTRw/R7Cs5wsgr_I/AAAAAAAAADI/iR-2COG3YB0/S220/_XD+028.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8571157748863960797.post-7673383300300014868</id><published>2009-05-07T19:50:00.007-03:00</published><updated>2010-02-22T18:42:28.438-03:00</updated><title type='text'>Esvéqtia lunis badanah</title><content type='html'>Entre eu e eu mesmo&lt;br /&gt;Há um frágil armistício&lt;br /&gt;Escrito em areia de praia&lt;br /&gt;Numa ilha pequena do Pacífico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre eu e eu mesmo&lt;br /&gt;Canto samba de carnaval&lt;br /&gt;Mas canto num claro espanhol&lt;br /&gt;Que un dia, el viejo Neruda enseñou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre eu e eu mesmo&lt;br /&gt;Interpreto uma peça nossa&lt;br /&gt;De frases mudas e corpos rijos&lt;br /&gt;Com um beijo molhado e doce no final&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Você! Não me leve a mal&lt;br /&gt;Nem sintas ciúmes de mim comigo&lt;br /&gt;Há tanto a tratar nos baús de meu silêncio&lt;br /&gt;Que meu tempo se esvai sem perceber, sem sentir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não queira saber&lt;br /&gt;Do ínfimo espaço que há entre eu e eu mesmo,&lt;br /&gt;Pois esse pequeno espaço é infinito demais para ser entendido&lt;br /&gt;No breve momento em que lês a frase que meu eu escreve de mim&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8571157748863960797-7673383300300014868?l=guinama.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://guinama.blogspot.com/feeds/7673383300300014868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8571157748863960797&amp;postID=7673383300300014868' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/7673383300300014868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/7673383300300014868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://guinama.blogspot.com/2009/05/esveqtia-lunis-badanah.html' title='Esvéqtia lunis badanah'/><author><name>Osmar Malheiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04855621154103453114</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_9WCCQkOnTRw/R7Cs5wsgr_I/AAAAAAAAADI/iR-2COG3YB0/S220/_XD+028.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8571157748863960797.post-2597457712020134227</id><published>2009-04-08T13:44:00.007-03:00</published><updated>2009-06-02T21:38:07.820-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Juan'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aquecimento Global'/><title type='text'>Aquecimento Global</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;    Esta &lt;font class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;estória&lt;/font&gt; é &lt;font class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;fictícia&lt;/font&gt;, mas bem que poderia ser verdade...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;    A Juan então foi concedido o dom de conhecer os segredos da Terra. Não muito satisfeito com isso, saiu do Templo dos Desejos invejoso do outro aprendiz que ganhou o dom de dominar os cinco elementos e assim começou sua peregrinação pelo mundo afim de tentar entender melhor o que seu novo dom lhe proporcionaria.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;   Por vales e montanhas, num calor escaldante dos &lt;font class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;últimos&lt;/font&gt; anos, a medida que andava, ouvia um lamento surdo e abafado de seres e coisas que antes de seu dom eram inanimados, mas que depois deles, &lt;font class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;sussurravam&lt;/font&gt; ao seu ouvido uma palavra que era &lt;font class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;difícil&lt;/font&gt; de entender. À tarde, sentado em uma árvore, ouviu um sussurro:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  - Frio...frio...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;   Não entendeu o &lt;font class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;significado mas&lt;/font&gt;  deduziu então que a Terra estava sofrendo com o calor. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;   À medida que se aproximava das cidades o mesmo sussurro ficava distante, quase &lt;font class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;inaudível&lt;/font&gt;, dando lugar a balbúrdia insípida do povo e adentrando nelas, sofria ele uma agonia do calor intenso e nesse caminhar viu um velho ser roubado por um jovem, que com violência empurra-o, fazendo-o cair e levando sua bolsa de mantimentos. &lt;font class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Minutos&lt;/font&gt; depois viu o corpo inerte do mesmo jovem que assaltou o velho, alvejado por um grupo de homens que maltratavam simplesmente pelo prazer da maldade, o pescoço marcado do jovem trazia um colar de conchas azuis que destacava-se dos farrapos que ele vestia.  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;   Caminhando ainda mais, encontrou uma jovem, tão magra em sua pele e osso que ficou assustado. Ela levava uma criança nos braços e gritava aos transeuntes sobre o paradeiro do marido Por coincidência ou não, tinha o mesmo colar de conchas azuis.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;    Chegou até o rio poluído da cidade e ao longe viu a fábrica que despejava &lt;font class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;detritos&lt;/font&gt; inadvertidamente. Crianças doentes em sua margem, vomitavam o pouco que tinham para comer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;    Juan pegou um pouco de água e colocou perto do ouvido:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  - Frio.....frio...  - Ouvia o lamento da água.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  - Frio....frio.... - Ouvia o lamento do vento. E tudo sussurrava igual.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;    Assustado e sem &lt;font class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;entender&lt;/font&gt; o que acontecia, voltou ao Templo dos Desejos, precisava de uma explicação dos Grão Mestres e pediu uma audiência urgente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;   Reunidos, os Grão Mestres preocupados pela balburdia da urgência, receberam Juan que contou o que ouviu e sentiu sobre a Terra e numa grande confusão de gesticulações e &lt;font class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;interpretações&lt;/font&gt;, não chegavam a consenso nenhum, mas sabiam, intimamente que o assunto era grave. Tentando, cada um impor sua razão ao outro, os Grão Mestres começaram a brigar entre si, tentavam fazer conchavos, desprezavam, zombavam, tinham virado animais na necessidade de impor sua razão um ao outro. Juan tentou esboçar alguma teoria mas foi severamente repreendido e convidado a retirar-se do Templo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;    Juan sentiu-se sozinho...Juan sentiu-se com frio...com tanto frio como a Terra se sentia por não ser ouvida, por não ser levada em consideração, por ter que seguir caminhos não naturais, por ter que ser subvertida ao que não queria. Um frio imenso. Houve então a iluminação, quando Juan deu-se conta de que para compensar a frieza do coração dos homens, a natureza aquecia a Terra até seus limites, num gesto desesperado de fazer com que os seres humanos entendessem que a frieza em seus corações o matariam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;     Voltou correndo para o Templo e explicou sua teoria ao guarda da entrada. Esse o olhou e riu, chamando-o de tolo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;      Era tarde demais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8571157748863960797-2597457712020134227?l=guinama.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://guinama.blogspot.com/feeds/2597457712020134227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8571157748863960797&amp;postID=2597457712020134227' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/2597457712020134227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/2597457712020134227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://guinama.blogspot.com/2009/04/aquecimento-global.html' title='Aquecimento Global'/><author><name>Osmar Malheiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04855621154103453114</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_9WCCQkOnTRw/R7Cs5wsgr_I/AAAAAAAAADI/iR-2COG3YB0/S220/_XD+028.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8571157748863960797.post-2226656078516253632</id><published>2008-09-09T20:50:00.003-03:00</published><updated>2008-09-09T21:12:15.866-03:00</updated><title type='text'>Conto inacabado</title><content type='html'>"Ilha não é só um pedaço de terra cercado de água por tudo quanto é lado. Ilha é qualquer coisa que se desprendeu de qualquer continente. Por exemplo: um garoto tímido abandonado pelos amigos no recreio, é uma ilha. Um velho que esperou a visita dos netos no Natal e não apareceu ninguém, é uma ilha. Até um cara assoviando leve, bem humorado, numa rua cheia de trânsito e stress, é uma ilha. Tudo na gente que não morreu, cercado por tudo o que mataram, é uma ilha. Toda ilha é verde. Uma folha caindo é ilha cercada de vento por tudo quanto é lado. Até a lágrima é ilha, deslizando no oceano da cara. (Oswaldo Montenegro)"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Maria queria mais para ela. Não por avareza, mas por que acreditava que merecia. João por sua vez, acreditava nele. Não no que Maria dizia, mas no que ele sentia. Conversavam sobre a relação e acreditavam ir para um ponto comum, mas o fato é que a conversa era boa, era gostoso conversar um com o outro. Existia boa vontade de ambas as partes, mas não havia mudança. Com o passar do tempo cada um tornou-se uma ilha fazendo uma ponte, sempre que precisavam de contato um do outro. Choravam sozinhos, sofriam sozinhos e se lamentavam sozinhos sobre o que estava acontecendo. Mas o que estava acontecendo? Nada...Nada acontecia. E o que para um, em não acontecer nada era ótimo, para o outro era péssimo. Pobre João e Maria, queriam a mesma coisa, mas de jeito diferente...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8571157748863960797-2226656078516253632?l=guinama.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://guinama.blogspot.com/feeds/2226656078516253632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8571157748863960797&amp;postID=2226656078516253632' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/2226656078516253632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/2226656078516253632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://guinama.blogspot.com/2008/09/conto-inacabado.html' title='Conto inacabado'/><author><name>Osmar Malheiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04855621154103453114</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_9WCCQkOnTRw/R7Cs5wsgr_I/AAAAAAAAADI/iR-2COG3YB0/S220/_XD+028.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8571157748863960797.post-8474344964828343991</id><published>2008-04-18T13:53:00.003-03:00</published><updated>2008-04-18T14:28:08.027-03:00</updated><title type='text'>O oitavo pecado capital</title><content type='html'>Gula,Luxúria,Avareza,Ira,Soberba,Vaidade,Preguiça e a COVARDIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Algumas pessoas definem o Amor como sendo a coisa mais importante, outros falam dos filhos. Há quem diga do amor aos pais e o respeito ao próximo. Eu, por outro lado, abandonei todas as esperanças desses sentimentos ternos em busca de um só: CORAGEM.&lt;br /&gt;   Quem tem coragem, traz as rédeas de sua vida mais próximas de si, não se acovarda perante o chefe tirano ou ao emprego medíocre e sem sentido que, por covardia, você não abadona. &lt;br /&gt;   Quem tem coragem, declara seu amor, mesmo sabendo do possível mico, mesmo sabendo da recusa e tem a coragem de seguir adiante, sem medo de não ser quisto.&lt;br /&gt;   Quem te coragem, não vive na sombra e nem faz sombra à felicidade de ninguém, pois crê que a vida é mais do que o cotidiano que a mídia tenta nos injetar todo dia.&lt;br /&gt;   E ainda que pareça, ter coragem não significa ser agressivo, não significa ser selvagem. É preciso ter coragem para ser sereno nos momentos de adversidade e crer, piamente, que qualquer coisa que aconteça em sua vida, será menor do que a necessidade de coragem que você tem.&lt;br /&gt;   Quem tem coragem, acorda cedo, anda no escuro, mata barata, caça rato, pula de para-quedas, mergulha com os tubarões, atravessa a favela,mas mais que isso, quem tem coragem: vive!&lt;br /&gt;   Viver, e não sobreviver, é um ato de coragem, é sair das amarras da mesmíce e praticar todo o dia a boa vontade com você mesmo, pois se você não tiver boa vontade com você, ninguém terá, acredite, ninguém. Alguns dizem que é corajoso aquele que, sem perspectiva, compra uns docinhos e vai a luta para vendê-los no farol, mas eu acredito que coragem é ter em mente que "vender docinho no farol" é errado e que é necessário ter coragem para sentar a bunda por 4 horas diárias na escola ou no curso profissionalizante ou em qualquer lugar que te leve a algum lugar diferente de "vender docinho no farol".&lt;br /&gt;   Ter coragem indicar para o moleque que faz malabares no farol que ele pode ser melhor se ele quiser e ele tem que ter a coragem de querer ser melhor.&lt;br /&gt;   E sobre amor, como coisa mais importante....o que posso dizer sobre isso é que para amar nessa vida, precisamos mais do que tudo, ter coragem para amar, muita coragem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8571157748863960797-8474344964828343991?l=guinama.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://guinama.blogspot.com/feeds/8474344964828343991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8571157748863960797&amp;postID=8474344964828343991' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/8474344964828343991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/8474344964828343991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://guinama.blogspot.com/2008/04/o-oitavo-pecado-capital.html' title='O oitavo pecado capital'/><author><name>Osmar Malheiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04855621154103453114</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_9WCCQkOnTRw/R7Cs5wsgr_I/AAAAAAAAADI/iR-2COG3YB0/S220/_XD+028.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8571157748863960797.post-6685319596548502029</id><published>2008-03-31T12:14:00.002-03:00</published><updated>2008-04-18T13:51:30.767-03:00</updated><title type='text'>Olavo e Olivia</title><content type='html'>E um dia Olavo calou-se&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não por birra, nem por vaidade, mas era aquela fase que o remetia ao introspectivo,ao pensamento dele consigo mesmo. Aquele olhar mortiço que não indicava nem ódio nem paixão, mas um vazio como se ele não tivesse alma. Não era mudo, mas seria melhor se fosse, pois parecia tratar o mundo com uma indiferença que não era dele ou que pelo menos ninguém sabia desse seu lado. Respondia o básico, não se aprofundava na natureza dos assuntos, não explicava e não fazia muita questão de entender. Olívia notou. E como notou. Num primeiro momento esboçou uma pergunta, mas com medo de ser maltratada por ele que fazia uns meses estava um tanto diferente, tratou de assumir o estilo resignado, queria saber, mas não perguntava e devagar isso foi envenenando-a. Olavo passava os seus dias, ora com algumas aflições, ora com algum contentamento furtivo, mas sempre retornava para dentro, para as voltas de seu caramujo interior, experimentava as sensações do mundo, opiniões, ações e conselhos que o mundo dá, mas não interagia, carregava-os para dentro de si para manipulá-los ao seu modo, quieto e introspectivo. Era uma necessidade antiga de ficar quieto. Não necessariamente sozinho, mas quieto, num primeiro momento buscando alinhar seus sentimentos às suas necessidades. Fazendo os cálculos da vida e do dinheiro, somando coisas, subtraindo números e testando conclusões. Num outro momento era só o silêncio mesmo, uma espécie de depressão bem vinda, que os ouvidos buscavam o silêncio de um olhar, a quietude de um entardecer. Coisa simples de desejar, mas difícil de explicar. E Olívia? Olívia também tinha seus problemas, suas ânsias e vontades, mas já se sentindo preterida por Olavo, tentava não expressar nem o bem nem o mal,agia como espelho, tentando aplicar nele o mesmo sentido de veneno que ele de forma tão silenciosa e impassível nela injetava. Mantinha-se resignada nadúvida de saber se era ela o problema ou se ele tinha desfeito o sentimento que antes dizia nutrir. Olavo sentiu? Sentiu sim, meio na dúvida em saber se havia algum outro problema maior ou se o problema era ele, mas ao invés de comunicar Olívia sobre suanecessidade de silêncio, que é diferente de solidão, apenas tratou de carregar as sensações de Olívia para dentro de si e ela virou matéria de estudo dentrodas voltas de seu caracol. Dentro dele ela era um sentimento vasto e quente, um cobertor bem quente e necessário de uma noite de frio. Um alento que enquanto houvesse interação, ele não precisava se preocupar. Mas ele não queria interagir, não naquele momento, não naqueles dias, pois naqueles dias ele não interagia nem com Deus. E como os outros viam essa atitude de Olavo? A especulação se alastrava. Uns diziam que ele estava triste, outros que ele estava com raiva. A mulher da limpeza chegou a dizer para a outra que ele foi mandado embora e ele, ele não dizia nada, fazia o que tinha que fazer e voltava para dentro de si, para contemplar não sei o que, sabe-se lá que loucura era essa. Mas fazia, queria fazer e gostava. Sabendo-se que o mundo não para, nem com reza ou mágica, o mundo realmente não parou e as coisas seguiram seu rumo, acomodando-se e ajeitando-se ao seu silêncio chato e ensurdecedor. Isso envolvia Olívia que moldou-se a seu modo, ao silêncio insípido e perfurante de Olavo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas um dia Olavo falou...&lt;br /&gt;Num primeiro momento foi como abrir uma porta grande e pesada, com um rangido lento e extenso. Uma porta que parecia guardar a mil chaves uma imensidão de sentimentos e conclusões enclausuradas e que agora já amadurecidas faziam força para sair e saíram. E Olavo desembestou a falar sobre suas conclusões e teorias, aquelas que ele ruminou tanto tempo em seu solilóquio até que um atalho de pensamento levou-o direto até o estomago e lá estava frio, frio como o corredor de um hospital, frio como algo que necessitasse de um cobertor bem quente... Lembrou-se de Olívia. Quantos dias já não a via? Muitos dias... Que agora parecia ser uma eternidade e uma necessidade de urgência afastou todo e qualquer outro pensamento. Pegou o telefone e ligou:&lt;br /&gt;- Alo? – uma voz feminina conhecida atendeu do outro lado.&lt;br /&gt;- Olívia? – perguntou baixo quase querendo cochichar.&lt;br /&gt;- Olavo?&lt;br /&gt;- Oi! Sou eu! Olha, eu preciso dizer que te amo!&lt;br /&gt;-...&lt;br /&gt;Um silêncio frio entrava por seu ouvido fazendo eco em sua cabeça.&lt;br /&gt;- Olívia?&lt;br /&gt;- Oi...&lt;br /&gt;- Você ouviu? Eu te amo!&lt;br /&gt;- Ama mesmo? – Perguntou Olívia com voz interessada.&lt;br /&gt;- Sim, amo muito, tanto que nem sei o quanto!!&lt;br /&gt;- Ama de verdade?&lt;br /&gt;- Sim, amo de verdade! Muito! Demais!&lt;br /&gt;- Então enfia o seu amor no cú, por que eu cansei!&lt;br /&gt;Desligou o telefone e o mundo seguiu girando nas voltas doidas que a vida dá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8571157748863960797-6685319596548502029?l=guinama.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://guinama.blogspot.com/feeds/6685319596548502029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8571157748863960797&amp;postID=6685319596548502029' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/6685319596548502029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/6685319596548502029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://guinama.blogspot.com/2008/03/olavo-e-olivia.html' title='Olavo e Olivia'/><author><name>Osmar Malheiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04855621154103453114</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_9WCCQkOnTRw/R7Cs5wsgr_I/AAAAAAAAADI/iR-2COG3YB0/S220/_XD+028.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8571157748863960797.post-8699612414918679872</id><published>2008-03-10T12:21:00.000-03:00</published><updated>2008-03-10T12:22:46.473-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Osmar Malheiros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='suficiente'/><title type='text'>A quem interessar possa...</title><content type='html'>Eu vou te falar de algo que todos sentem e falam mas deixa eu falar sob minha ótica para que a paz de ter dito o que penso possa ficar um pouco aqui comigo. Vou falar do óbvio, do viço das coisas quando as mesmas são novidades.. Quando tudo é novo, o entusiasmo das coisas nos alegra, ficamos confiantes e felizes, acreditando que essas coisas que brilham nunca terão fim. Nunca se acabarão. E no meio das paixões nos pegamos envolvidos. Não queriamos nos envolver, mas nos envolvemos. Passamos a querer o outro com todas as suas luzes para nós, para que a nossa própria vida que parece ser tão escura tenha um pouco de luz. Com uma força infinita nos armamos de todos os bons sentimentos: amor, carinho, amizade, atenção, boa vontade, verdade... Mergulhamos no oceano escuro com a certeza de conseguir o prêmio maior, o amor que está do outro lado, mas nesse momento de busca intensa ocorre o erro. Amar demais! Amar demais, é amar errado. Quem ama demais, perde demais, erra demais, incomoda demais. E já tão perdido por amar demais, não consegue mais entender as sutilezas do não e do sim. Fica preso nas próprias certezas de que o começo é o começo sempre, mas o tempo passa, o viço acaba e o que resta? Para quem ama errado, dizendo amar demais, resta uma tentativa desesperada de não perder, já sabendo da perda. Uma agonia sem fim se formando no peito.E nós só queriamos ser amados na mesma frequência, no mesmo peso... O outro lado, sem entender, fica acuado, sente-se cobrado e com um desejo enorme de que nada disso estivesse acontecendo. O outro lado também sofre por não conseguir dar a nós, pessoas que amam errado ( pois amam demais ), aquilo o que desejamos e começa aí o inicio do fim... As palavras e gesticulações que tanto agradavam e deixavam feliz no começo, hoje não são mais suportadas. Qualquer palavra de afeto ou até mesmo amizade, soa como um açoite nas costas de quem amamos. Simplesmente perdemos o viço. O brilho natural do começo. E quando sentimos que o outro vai procurar em outros horizontes o que antes enchergava em nós, aí sim nossa alma nos abandona e passamos a vagar no escuro não por opção, mas por falta da luz que antes tinhamos. E agora, falando em primeira pessoa, posso dizer de mim. Tantas vezes eu caí e tantas vezes me levantei que conheço bem esse tipo de dor. Eu sei que a dor passa, sei que as pessoas passam, mas não queria que fosse assim, não queria que nada passasse, queria mesmo era que desse certo. Que o amor demais, se transformasse no amor suficiente, no amor necessário. Não na loucura desenfreada que as vezes me acomete. Para quem amo, digo apenas que o viço do que sinto perdura todos os dias. E que para os novos amores que você venha encontrar no caminho, que faça livre comparação de quem quer amadurecer contigo e quem apenas quer você, pois amadurecer leva tempo e é para uma vida inteira, o querer por sua vez, se perde na fogueira das vaidades que é tão inconstante. É como vontade que dá e passa. Amar é como respirar, é necessário. Para os novos amores, lembra-te que o novo brilha, é mágico e tem sua perfeição por ser novo...mas o tempo passa e o novo fica comum. Me arrependo de amar errado. Amar errado sufoca, mata o outro lado e enquanto não aprendo a amar direito vou amando, desse meu jeito meio torto, mas com a séria proposta de amar certo. De amar apenas o suficiente. Não me pergunte qual é essa medida do amor suficiente, pois se eu soubesse eu já a teria usado com você. Mas amar demais ou amar errado, não é assim de um todo ruim, afinal, todo tipo de amor joga sementes no coração do outro, se a semente é boa, se a terra é boa, se o tempo ajudar, a semente germina. Se um desses três pontos falhar, ela não vai germinar. Deixo aqui então nessa carta, ainda que virtual, mas uma carta, os fatos de minha ignorância. Espero que a idade e não mais a experiência, pois essa eu tenho de sobra, me conceda um pouco mais de dicernimento para que eu aprenda a amar direito. Para que eu aprenda a amar o suficiente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8571157748863960797-8699612414918679872?l=guinama.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://guinama.blogspot.com/feeds/8699612414918679872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8571157748863960797&amp;postID=8699612414918679872' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/8699612414918679872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/8699612414918679872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://guinama.blogspot.com/2008/03/quem-interessar-possa.html' title='A quem interessar possa...'/><author><name>Osmar Malheiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04855621154103453114</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_9WCCQkOnTRw/R7Cs5wsgr_I/AAAAAAAAADI/iR-2COG3YB0/S220/_XD+028.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8571157748863960797.post-2513856333062143967</id><published>2008-03-10T12:05:00.003-03:00</published><updated>2008-03-10T12:20:50.949-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Osmar Malheiros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='prostitutas'/><title type='text'>O caso dos bombons</title><content type='html'>Fato ocorrido em 10/07/2002&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje fiz uma coisa estranha...Bem, não necessariamente tão estranha quando falamos de "Osmar". Na praça João Mendes, aqui em São Paulo, em frente a uma padaria; a Santa Tereza, que existe lá, penso que a mais de 20 anos. O local é um ponto de prostitutas e hoje faz bastante frio. Vamos ao fato. No período da tarde passei num amigo e na volta, passei na "Santa Tereza" para comprar pão. Entrei e como estava com fome pedi um pedaço de pizza. Ao pagar a conta, aproveitei e comprei 5 bombons. Para que? Ora, para entregar as prostitutas.&lt;br /&gt;Por que?&lt;br /&gt;Simples, nunca fui adepto a sair com uma prostituta ( apesar de algumas fantasias adolescentes ), mas a intenção era tentar fazer alguma coisa humana, não sabia exatamente o que, mas a intenção era só essa. Comprei os bombons ( sonhos de valsa e ouro branco, para promover a chance da escolha). A praça já estava um pouco deserta e ao sair da padaria me dirigi para um telefone público com a falsa intenção de ligar para ficar sondando a qual delas eu poderia começar minha abordagem, fiquei naquele orelhão por uns quinze minutos só discando para 555-5555 e olhando para elas com um gelo na barriga e o coração apertado, afinal o medo da recusa era algo fremente. Uma delas, de ancas largas, morena, com caracteristicas nordestinas, estava mais próxima....saí do telefone e cheguei perto dela com a seguinte abordagem:&lt;br /&gt;-Olá, você é uma moça egoista?&lt;br /&gt;- Como assim egoista?&lt;br /&gt;- Você sabe dividir as coisas? - e já fui abrindo a sacolinha com os bombons.&lt;br /&gt;- Sei sim! - falou sorrindo a moça&lt;br /&gt;- Ahhhhhhh! Então você escolhe sonho de valsa ou ouro branco?&lt;br /&gt;- Ah! Eu quero ouro branco!!&lt;br /&gt;- Hummmm....ouro branco por causa do ouro...(piadinha infame). Sorri e entreguei o bombom. Até aí tudo bem, havia conseguido me aproximar sem me expor e sem causar estranheza, afinal, mesmo sendo uma prostituta, para mim não é nada fácil essa aproximação...&lt;br /&gt;- Você pode entregar esses aqui para suas colegas?&lt;br /&gt;- Hummmmm....vai lá e entrega, ué!&lt;br /&gt;- Mas será que elas vão receber?&lt;br /&gt;- Ah, isso só você fazendo. - falou dando um sorriso largo.&lt;br /&gt;Convencido pelo sorriso, me dirigi ao ponto onde se concentrava a maior parte delas e no meio do caminho encontrei uma que estava quase que escondida no vão de uma parede. Ofereci...&lt;br /&gt;- Oi, você quer um bombom?&lt;br /&gt;- Como é que é?&lt;br /&gt;- Um bombom, você quer?&lt;br /&gt;Ela me olhou com uma cara de desdém tão grande que tive vontade de me esconder, mas, insistente que sou, insisti:&lt;br /&gt;- Eu tenho sonho de valsa e ouro branco!&lt;br /&gt;- Eu tô esperando é cliente! - virando o rosto para o outro lado. Extremamente sem graça fechei a sacolinha e pensei: "Já que você está no inferno, abraça o capeta!".&lt;br /&gt;Fui para a próxima:&lt;br /&gt;- Oi, quer um bombom?&lt;br /&gt;- Quê?&lt;br /&gt;- Quer um bombom?&lt;br /&gt;- NÃO!&lt;br /&gt;- Mas a sua amiga, lá da ponta pegou? - falei com um sorriso pra lá de amarelo&lt;br /&gt;- Minha amiga é minha amiga, eu sou eu. Não quero!&lt;br /&gt;- Tá bom! Fechei a sacolinha mais uma vez e agora me dirigia para a próxima como se fosse um boi indo para o matadouro. A moça era loura, tingida, mas loura, uma pele bem braca e um batom bem vermelho acentuando os lábios. Já com um esforço terrível, falei:&lt;br /&gt;- Oi, calma, não se assuste é que eu estou tentando distribuir alguns bombons para vocês, mas já teve algumas de suas amigas que me trataram super mal, eu só queria oferecer um bombom, você quer um?&lt;br /&gt;- Oh meu amor, obrigada, mas eu não quero não.&lt;br /&gt;Ufa! Pelo menos uma moça gentil. Coisa curiosa é que, bem perto dela estavam outras três moças. Encorajado por mais esse sorriso, perguntei a ela:&lt;br /&gt;- Será que suas amigas querem? Ou são bravas como as outras?&lt;br /&gt;- Não sei. Ô fulana, quer bombom? - disse à mais jovem que estava por ali. A moça não respondeu mas fez um sinal veemente que não queria. Haviam mais duas...Ai meu Deus, vamos lá! Me dirigi para à penultima e mais uma vez aquela pergunta besta...&lt;br /&gt;- Oi quer bombom?&lt;br /&gt;- Não! ( foi um não entre dentes, mexendo a cabeça negativamente)&lt;br /&gt;- Tá bom. Fui para a última.&lt;br /&gt;- Oi quer bombom? ...Me ignorou, não houve nem resposta, mas sei que ela me ouviu. Fechei a sacolinha, com os bombons restantes e fiz o caminho de volta que devia ter uns dez metros mas que naquela situação no qual eu me encotrava agora tinha dois quilometros por olhares de mulheres desconfiadas e raivosas. Tive ainda forças para chegar a primeira moça, aquela primeira que aceitou o bombom lembram? E arrematei o fim de todas as minhas expectativas de bom samaritano que quer tentar ver essas mulheres como seres humanos, antes de "mulheres", antes de "produto":&lt;br /&gt;- Oi, sobraram alguns e as moças não quiseram de jeito nenhum, será que mais tarde você poderia entragar para elas?&lt;br /&gt;- Ah, elas não querem!&lt;br /&gt;- Você quer?&lt;br /&gt;- Não, não, vai me deixar gorda?&lt;br /&gt;- Tem certeza, pode ficar?&lt;br /&gt;- Não quero. Olha, se você seguir por aqui tem mais lá pra frente, oferece pra elas.&lt;br /&gt;- Ah! Ok. Tchau.&lt;br /&gt;Fechei as sacolinha, uma cara lisa e a mente totalmente embaraçada...Não sabia nem o que pensar direito. Simplesmente entrei no carro e sai dirigindo. Ao chegar em casa foi que parei para pensar um pouco na minha insensatez ou na minha benevolência. Por um lado, acredito que estava realmente atrapalhando, afinal, se não ia transar por que encher o saco de quem estava "trabalhando". Mesmo que esse seja um tipo de trabalho não muito ortodoxo, não deixa de ser e pronto. Por outro lado, fico pensando o que nós, homens, fizemos a estas mulheres, a cada transa paga, fomos arrancando um pedaço de seus corações, deixando-as ocas. Insensiveis. Incapazes de receber um bombom e dizer: Obrigada!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8571157748863960797-2513856333062143967?l=guinama.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://guinama.blogspot.com/feeds/2513856333062143967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8571157748863960797&amp;postID=2513856333062143967' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/2513856333062143967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/2513856333062143967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://guinama.blogspot.com/2008/03/o-caso-dos-bombons.html' title='O caso dos bombons'/><author><name>Osmar Malheiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04855621154103453114</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_9WCCQkOnTRw/R7Cs5wsgr_I/AAAAAAAAADI/iR-2COG3YB0/S220/_XD+028.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8571157748863960797.post-1436579043098895095</id><published>2008-03-03T15:29:00.002-03:00</published><updated>2008-03-03T15:34:54.803-03:00</updated><title type='text'>Tudo isto é uma grande mentira ( ou seria verdade?)</title><content type='html'>Aproveitando a deixa do blog do meu amigo Henrique Simões ( o link está na área de Links Interessantes ), queria falar sobre a verdade. Aquela que todos dizem que é uma só...   Cada dia discordo mais dessa frase. As verdades são muitas e, para verdades absolutas, só conheço uma: a morte.   Todos os dias saímos de casa com nossas verdades, nossas armaduras, que são coisas que usamos a favor de quem pensa como nós e contra quem pensa diferente da gente. Cada um tentando impor sua verdade no outro, de um jeito ou de outro, de uma forma mais branda, outra vez mais severa. Não estou imune a essa observação, eu mesmo, nesse momento estou tentando "vender" uma verdade minha. E esse texto, começa assim, com um ar filosófico, mas na verdade é um desabafo, um mega desabafo sobre a mentira.   Você pode estranhar, mas ultimamente tenho preferido uma mentira que me anime, do que uma verdade que me magoe. Mas não uma mentira fraca, uma mentira grande, que realmente me iluda e me faça ver a vida mais florida, mesmo eu sabendo que não seja.   Mas que disparate é esse??? Como assim, prefere a mentira?   Sim, prefiro uma mentira com gosto de morango do que a velocidade exponencial da pedra da verdade jogada na minha cabeça, por que as vezes o que vivo e o que sinto é uma grande mentira. Um teatro constante que toda hora tem que ser reformulado para melhor atender, melhor entender, melhor relacionar-se.  &lt;br /&gt;   Relacionar-se.&lt;br /&gt;   Ato difícil esse. Essa palavra é uma síntese de todas as verdades e mentiras possíveis existentes nesse mundo. Relacionar-se é pular, ora para verdade, ora para a mentira e sim, eu sei que vai ter gente que dirá que isso não é verdade, que não mente, mas a coisa vai além, pois a mentira, ou a verdade depende de contextos. Num contexto, a verdade é uma mentira, no outro contexto a mentira é uma verdade. Relacionar-se, na minha opinião é o extrato dessas duas coisas,verdade e mentira, que damos e sorvemos sem perguntar se o outro quer. Esconder um sentimento é mentir? Depende do contexto né? Pois é, foi o que eu disse. Omitir é mentir? Depende...Ok, eu sei disso. Relacionar-se nos ensina a mentir de um  jeito que o outro não se magoe e nos ensina a defender a nossa verdade de um jeito que não nos magoemos. E quando mentimos para nós mesmos? Acredito que quando isso acontece, o melhor a fazer é esquecer a verdade, aí uma toma o lugar da outra e a vida segue. Uma mentira dita mil vezes todos os dias, um dia vira verdade. Estou cansado das verdades cinzas e solenes, cansado de quem diz a verdade dizendo que só diz a verdade. A verdade tem me dado é medo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Medo.&lt;br /&gt;   Sentimento nefasto. Desse aí eu não gosto e nada mais cruel pra te por medo do que uma verdade bem dura, bem rápida, bem cortante. Quero uma mentira doce, macia como veludo para que eu morra sorrindo, acreditando que ainda há esperança para coisas que a verdade me diz que não há. Esperança...esmiuçar essa palavra é dizer que você tem uma paciência desgraçada sobre as coisas ao seu redor. ESPERA-NÇA, é esperar e esperar, pode ser que venha, pode ser que não venha, mas esperança é bom por que te dá um gostinho doce na boca, como a mentira. A mentira da esperança de que as coisas melhorarão.&lt;br /&gt;   Monstro.&lt;br /&gt;   É, estou parecendo o cavaleiro do apocalipse, lançando as boas novas do fim do mundo: desilusão, desespero, angústia, tristeza. Mas o que me leva a pensar assim nesse momento e a escrever essas coisas que, ao ver de seus olhos é tão fora de mim e tão fora do normal do cotidiano das coisas? Estou tentando encontrar minhas verdades, passar a limpo minhas mentiras e revisitar meus relacionamentos. Nessas visitas quero olhar meus medos de frente, mas não para enfrentá-los, apenas para saber a cara dele, se é tão feio quanto parece e se for um monstro, passar um batonzinho nele para que ele fique mais bonito.&lt;br /&gt;   Divagação.&lt;br /&gt;   Hoje estou pensando assim, amanhã pode ser bem diferente...que bom que sempre temos a chance de podermos reavaliar nossas opiniões.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8571157748863960797-1436579043098895095?l=guinama.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://guinama.blogspot.com/feeds/1436579043098895095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8571157748863960797&amp;postID=1436579043098895095' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/1436579043098895095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/1436579043098895095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://guinama.blogspot.com/2008/03/tudo-isto-uma-grande-mentira-ou-seria.html' title='Tudo isto é uma grande mentira ( ou seria verdade?)'/><author><name>Osmar Malheiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04855621154103453114</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_9WCCQkOnTRw/R7Cs5wsgr_I/AAAAAAAAADI/iR-2COG3YB0/S220/_XD+028.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8571157748863960797.post-4575444139821933186</id><published>2008-02-11T16:52:00.000-02:00</published><updated>2008-02-11T17:04:04.049-02:00</updated><title type='text'>Eu, comigo mesmo.</title><content type='html'>Estranho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda vez que me proponho a escrever alguma coisa minha ( histórias do próprio umbigo ) depois de algum tempo e, nesse caso específico, depois de muito tempo; me sinto estranho, como se eu quisesse resgatar o homem de outra época que fui.&lt;br /&gt;Mais estranho é perceber que a medida que o tempo passa, minhas impressões sobre o mundo, sobre meu semelhante e sobre mim mesmo vão ficando cada vez mais autênticas, para não dizer duras. Os defeitos parecem que lentamente vão se transformando em características de algo que antes eu combatia, mas que hoje deixo como está. Tenho me cansado um pouco em querer agradar o mundo e então, tenho notado que hoje escolho a quem agrado.&lt;br /&gt;O tempo passa...As vezes me entristeço por coisas que não fiz, por pura covardia, outras vezes, bendigo essa mesma covardia como paciência ou uma outra virtude qualquer...mas o mais interessante disso é que já faz alguns dias, tenho notado que estou envelhecendo...É, envelhecendo no melhor sentido da palavra. Meus cabelos brancos despontam em minha cabeça no alge de meus trinta e três anos e me sinto bem com isso.&lt;br /&gt;Estou envelhecendo de um jeito bom, de um jeito que gosto. Tentando absorver as experiências que a vida me dá, não da forma intensa que algumas pessoas precisam, mas calmamente, silenciosamente do jeito que gosto. Estou num momento de decisão que me leva a procurar uma oportunidade derradeira, aquela que vou me esforçar para concluir enquanto tiver folego. Mas será uma só, deverá ser uma só. Algo que me dê o prazer de usar minhas ultimas reservas daquilo o que chamo juventude ( e com ela, boa vontade, vontade, garra, gana, ânimo ) para fazer algo que seja realmente grande...Algo memorável.&lt;br /&gt;Um assalto a banco? Pular de para-quedas sem para-quedas? Não sei...estou atento a oportunidade e quero estar mais sensível ao meu semelhante...&lt;br /&gt;Não, não chamo isso de crise de identidade, sei exatamente o que não quero, como não quero, da forma que não quero, do jeito que não quero, na hora que não quero, basta apenas chegar o inverso disso e na hora que esse momento chegar, vou trabalha-lo com toda a minha intensidade. Este Osmar que agora escreve é um ser saudoso do Osmar ingênuo de outrora, mas tranquilo, adeqüado ao conceito de pai, moldado da melhor forma possível, sob o conceito de filho.&lt;br /&gt;Ainda me diverte passar algumas horas jogando video-game com meu filho. Jogando firme, brigando, suando, estudando a melhor estratégia para depois olhar pra ele perceber que muitas vezes ele é o pai e eu o filho.É...tenho gostado de envelhecer...e escrevo isso com um sorriso de canto de boca, pois me imagino o velho que serei. Algumas vezes insuportável, outras vezes inserido num interesse mortal de algum jogo de video game que ainda conseguirei jogar, leitor de livros grandes e contemplador de filmes de românce iraniano.&lt;br /&gt;E nesses momentos quem estará comigo? Eu....eu, comigo mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8571157748863960797-4575444139821933186?l=guinama.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://guinama.blogspot.com/feeds/4575444139821933186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8571157748863960797&amp;postID=4575444139821933186' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/4575444139821933186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8571157748863960797/posts/default/4575444139821933186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://guinama.blogspot.com/2008/02/eu-comigo-mesmo.html' title='Eu, comigo mesmo.'/><author><name>Osmar Malheiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04855621154103453114</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_9WCCQkOnTRw/R7Cs5wsgr_I/AAAAAAAAADI/iR-2COG3YB0/S220/_XD+028.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
