Meu bem querer tocou em minhas mãos
Me fez perder o centro
Fez parar o tempo
Mudou a minha direção
E agora que me apaixonei
Ando tão leve que nem sei
A densidade da vaidade
Me aquece a alma
E esquece o frio que passei
Refrão:
Corre em minhas veias
Um amor sagrado
Som de primavera
Que enche de flor
O meu intenso fado
Meu peito ferido
Sente-se afagado
Minh'alma dorida
Bem diz toda sorte
Do amor inesperado
Não quero alimentar ao mar
Pranto de minha dor, de meu pesar
Conserta meu sentimento
Me toma por dentro
Meu coração pode sonhar
E agora que me encontrei
Nas mãos do amor me segurei
A intensidade da intimidade
Que me aproxima
Da vida inteira que sonhei

2 comentários:
É lindo, Osmar.
Amigo Osmar, obrigado pela visita em meu blog corporativo. Mas fiquei mais contente é em saber do seu blog. Fiquei surpreso em conhecer seu lado sensível, poético. Parabéns. Na próxima oportunidade, quero deixar contigo um exemplar de um livro que meu pai (falecido há 01 ano) escreveu sobre contos e versos, com arrecadação para fundo social. Tenho certeza de que juntas, vossas palavras formarão mais que poesias, histórias em versos. grande abraço!
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